3 dias sem

Tudo começou no dia em que decidi, por livre e espontânea vontade, ficar sem internet por três dias. A partir daí surgiram novos desafios que estou decidida a testar e relatar. Um blog de experimentos, testes, descobertas e reflexões sobre como nos comportamos quando ficamos alguns dias sem algumas coisas... Leia, reflita, compartilhe suas experiências malucas.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Três dias sem relógio


Dia 1
De pulso, obviamente. Porque talvez não haja nesse mundo ser humano que não faça a tal pergunta: Que horas são? Todo mundo quer saber disso, como se fosse a coisa mais importante a se saber. Como se sua vida dependesse dos números que são apontados pelo objeto por vezes circular. A bem da verdade, nós dependemos sim. E essa dependência muitas vezes tem se tornado irritante. Como se o tic TAC que pulsa em meu pulso toda vez que tudo fica em silêncio mostrasse a bomba relógio que sempre está prestes a explodir, mas nunca o faz, saboreando-se sempre com a ânsia do outro que fica a escutá-lo e lê-lo, esperando, esperando. Sim, o Tempo passa e com a ajuda de sua amiga Gravidade, tudo cai. 
Desde pequena sou aficionada por relógios. Marca é o que menos importa. O que conta mesmo é a quantidade. Lembro do bate- enrola verde e amarelo com a pulseira do Sprite que ganhei em uma das promoções da Coca Cola. Quem nunca teve um desses acessórios paraguaios que cantava uma musiquinha? Aí vieram também os pobres falsificados e já um pouco grandinha demais, tive um imenso roxo e verde relógio do Shrek. Não me orgulho disso. mas como eu disse antes, o importante era o tanto. Atualmente esse tanto minguou, vieram as vacas magras, muitos quebraram pulseiras e outros muitos foram-se embora junto com as baterias.
Nesses últimos dias, entretanto, a hora é o que menos tem me importado. E ao mesmo tempo, é tudo o que eu tenho contado. Nessa estranha e angustiante dicotomia vi-me desprovida de relógio. Certo incômodo apoderou-se de mim, confesso. Por onde andavm todos os meus quatro ou cinco relógios que não ao alcance de minha mão? Nesta mudança de casa estou perambulando por vários cômodos e em todos eles vou deixando meu rastro. É um brinco, uma pulseira, o celular, um sapato, um relógio. Então, na pressa de sair de casa não dei-me ao luxo de procurar pelo objeto que conversa com Cronos. A falta do peso no meu pulso esquerdo deu lugar a uma pergunta: será que eu consigo?
Sim porque ser pontual é um principio para mim. Desde pequena infernizo a vida da minha família quando o assunto é chegar atrasado.  Meu marido constata com excessiva intolerância e falta de bom humor sempre que o tópico está ligado a viagens. Simplesmente detesto, tenho ojeriza a chegar no lugar depois do horário marcado. E também abomino o ser que chegar tempos depois do compromisso marcado.
 Talvez tenha sido uma daquelas britânicas, carolas e caxias em uma vida passada. Por isso o fato de eu ter um relógio para marcar meus passos seja tão importante nessa atual. Resolvi abraçar a ideia e desapegar do TIC e do TAC. O incomodo permaneceu e tive que procurar pelos ponteiros várias vezes. Quando não o achava, recorria ao celular. O que não é a mesma coisa. Ver as horas no pulso e em um  visor digital são experiências completamente diferentes. No segundo a surpresa some porque não existe a dificuldade de ler a hora. Mas para quem sofre um pouco de discalculia e tem que lembrar que devemos multiplicar o número que lá aparece por cinco, aí é outra emoção.
Então hoje meu marca passo não me marcou. Perdi horas e ganhei tempo. Perdi tempo e ganhei horas.


Dia 2
Status. Relógio não marca só hora. É também um símbolo de status. Porque, querida, se você não tiver um Michael Kors de cerâmica, porcelana ou madrepérola no braço, está perdida. Ai de você se sair sem o seu Guess super cheio de strass. Até parece que as horas valem mais se marcadas por uma marca suíça ou internacionalmente conhecida. O pessoal não quer mais perguntar as horas, quer saber, o que marca as horas. Já passei desse tempo. Hoje meu relógio favorito é um que comprei no Walmart de 10 conto. E meu segundo favoritinho é um que comprei no centro da cidade cuja marca é algo parecido com Sweet. Um doce mesmo. para minha surpresa o aparelho no pulso foi requisitado. Além da sensação está faltando alguma coisa, alguma coisa está fora da ordem mundial, eu senti uma certa tensão por não poder ver os benditos ponteiros na hora que eu quisesse. Sim, porque não é fácil abrir a bolsa, catar o bolsinho e por fim tirar o celular que ainda por cima está travado. É muito perda de tempo. sim, confesso que fiquei um pouco desnorteada tendo apenas a ideia do horário. Tá com cara de cinco. A fome apertou, deve ser umas sete. Se eu pelo menos soubesse olhar o sol a confirmar as horas... Mas percebi que posso perfeitamente dizer o tempo pela programação televisiva. De preferência, Globo. E por hoje foi ótimo. Apesar do que nas duas vezes que saí a sensação chatinha que me acompanhou de estar constantemente esquecendo, o braço muito leve, percebi que não era apenas o objeto em si que me faltava.
Relógio também é uma muleta psicológica. Na hora em que lá estava eu assistindo a palestra há não sei quanto tempo, com a bunda já dormente, tinha certeza que estava perto de terminar. Mais uma vez a preguiça de procurar o celular me assaltou e puxei o braço de mamãe, que por sinal, usava um Fossil minúsculo para afogar minha ansiedade. Ainda sobrava tempo. então fui procurando ler as horas nos relógios alheios da plateia concentrada que pouco importava o que os ponteiros teimavam em me mostrar.
Sim, eu tinha tempo. Mas tudo o que eu realmente queria era o meu relógio.


Dia 3
Viajei para Canoa Quebrada. Uma praia linda, de águas claras e geladas em uma pousada maravilhosa. Resumindo, quem precisa de relógio? Eu não queria nem que as horas passassem, imagina ter que contá-las. E eu literalmente me perdi no tempo.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Debaixo desses meus caracois

Dia 1
Cabelos ao vento, livres, leves e soltos. Foi assim que meus cabelos passaram o dia. Quase todo. Durante os meus três banhos fui obrigada a prendê-los para minutos depois, livre da água, soltá-los. O dia estava quente como sempre, mas mesmo assim me mantive firme. Indo ao banco pela manhã percebi que na maior parte das vezes os fios ficavam puxados para um lado, numa vã e simplória tentativa de mantê-los juntos. Apenas em dois determinados momentos descuidei-me e quando dei por mim, lá estavam eles no coque. Minha aula de francês via CD-Rom não estava evoluindo. O celular tocou simplesmente três vezes seguidas. E no auge do meu calor e aborrecimento por não conseguir atingir a concentração que eu queria percebi que já os havia prendido. Já a primeira vez foi no carro, quando no pingo do meio dia, o ar condicionado sofregamente soltava uma leve brisa gelada eu já fiz o gesto conhecido: comecei a dar nós em volta dele mesmo. Já sabia o final e tive que conter-me. A ultima fez foi ao escrever esse texto. Saí do banho e esqueci de arrancar a liga e quando faltaram as palavras para terminar o texto, impaciente com minha falta de fluidez, fiz mais uma vez o gesto tenebroso. Resta saber agora se eu devo culpar o calor ou apenas minha ansiedade e nervosismo.

Dias 2 e 3
Tive a brilhante ideia de lavar os cabelos logo pela manhã, o que me daria umas boas horas de cabelos livres. Passei algumas horas tentando não enrolar os cabelos em um coque. Então, no final da tarde já meio desesperada com a altura que meus cabelos estavam decidi apelar para a prancha. Com muita preguiça e calor puxei e puxei, alisei e alisei até que ficou de um tamanho aceitável e até bonitinho. Então finalmente eu esqueci um pouco da mania de prender e enrolar e puxar para cima na terça. Mas na quarta fui obrigada a estudar e ler e escrever e sempre que me via nervosa por falta de palavras lá estava eu prendendo e amarrando novamente. Então decidi relaxar, dar um tempo no nervosismo e focar novamente na comida, o que também não foi uma escolha muito interessante. Fato é que cabelos com menos volume diminuíram minha neura de tentar domá-los, assim como escrever me causa um certo tique nervoso. O negócio é tentar focar minha tensão em outra coisa. Que não seja comida.

domingo, 8 de abril de 2012

Essa semana quero retomar esse projeto de passar três dias sem. Ano passado havia feito um lista de coisas que podia passar sem e com a mudança "perdi" vários cadernos com várias anotações. O sentido do blog é me testar de uma forma menos dolorosa do que fazer dieta. É uma outra forma de análise, de descobrir como posso me portar em determinada situações.
Durante esse tempo que parei de escrever, desde o ano passado, tive outras ideias de blogs, mas ainda assim quero seguir com essa. Faço aqui o compromisso de pelo menos uma vez pos semana me desafiar a fazer algo. Como esses dias estou um pouco mais envolvida com coisas do universo feminino, vou fazer meus desafios desse mês de abril com coisas relacionadas a isso.
Em Janeiro fui pressionada pela sociedade que me cerca (leia-se amigos e família) a cortar meus cabelos que estavam imensos. Acho que nunca na vida tinha conseguido cultivar tanto esses cabelos. Foi quase um palmo de cabelo ao chão e ainda assim percebi que ele não cortou do jeito que eu havia pedido. Mesmo assim engoli a vontade de chorar (que sempre aparece depois que eu corto os cabelos) e fui tentar me acostumar com o novo volume de cabelos que quanto mais curtos mais sobem. Quase três meses depois, com alguns centimetros recuperados percebi que meu cabelos ficam mais tempo amarrados do que soltos. Se a ideia de ter fios longos é justamente para mostrar toda a extensão, várias vezes ao dia me pego enrolando-os para envolvê-los na molinha de plástico. Estou totalmente dependente do famoso pitó e não saio de casa sem um no pulso. Eu posso até culpar o calor, mas eu sei que já virou mania, algo que faço automaticamente e quando vejo o enrolado de cabelos já está lá no topo.
Por isso decidi começar pelas madeixas. E serão três dias em que as deixarei livres, leves e soltas.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Putz grila, macacos me mordam, que lástima!

Há duas semanas que não escrevo aqui. Mas confesso que fiquei um pouco desmotivada quando falhei no meu último desafio. A princípio pensei que não fosse tão difícil ficar mísero três dias sem utilizar-me de palavras de baixo calão durante minhas falas. A verdade é que alguns estudos já afirmaram que falar palavrão é uma forma de liberar o estresse ou até ajudar a suportar a dor. Um palavrão bem dado, cheio de energia e sentimento alivia realmente a tensão e já experimentei isso várias vezes. Quem nunca disse um palavrãozinho sequer durante um exame de sangue (cacete de agulha!), ou nunca soltou o verbo quando a barriga ardeu ao completar o centésimo abdominal, ou em uma briga com o irmão soltou o super elegante "vá tomar..."? Percebi que durante meus dias de vigilância consegui segurar a língua quando estava junto das pessoas. Por mais que surgisse algum problema, que aparecesse alguma situação desagradável, eu respirava fundo, bebia minha água e as palavras não passavam da zona do pensamento.
Mas o pior momento foi estar no trânsito eu e eu mesma dentro do carro, com vidros hermeticamente fechados e vir um louco no meio da rua e então não tinha jeito. Tive que soltar o tal palavrão. E depois vinha o remorso e o arrependimento por não ter tido controle mental sobre minhas palavras. Sim, fracassei e ciente do meu fracasso como estou, serei obrigada a repetir a dose, mas talvez farei o desafio duplo: ficar sem dirigir e consequentemente sem palavrão.u

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Eu preciso de sustância!



Foi essa frase que ouvi ao avisar a uma amiga que ficaria três dias sem comer massa. No meu caso, eu realmente estava com excesso de sustância. Sustância no café, almoço e jantar. Dando uma rápida olhada pelos restaurantes aqui em Fortaleza dá até pra pensar que a cidade tem um pé na Itália porque é tanto rodízio de massa, tanta pizza solta e perdida rolando por aí que qualquer restaurante pé sujo que se preze já tem um forninho a lenha.
Eu tenho que confessar: amo massa. Não resisto a um macarrão com qualquer tipo de molho, um salgado quentinho um sanduiche mistão. E o melhor é a sensação que vem depois. A famosa sustância que me deixa completamente abarrotada pelo resto da tarde. Decidi começar a minha saga no domingo depois de ter uma discussão com o marido sobre o que era considerado massa. Ficou acertado que arroz PODE. Ele decidiu juntar-se à minha causa porque o povo unido jamais será vencido. Mas como eu estava redondamente enganada.
Prometi à minha amiga comer um bolo na Montmartre no final da tarde. Mas em vez do bolinho eu comi um salgado e uma torta, depois que ela me convenceu que eu já havia falhado na praia quando botei a farofa deliciosa no caldo do caranguejo. Falhei logo na primeira tentativa. O negócio é que eu já sabia que eu sou um projeto de peixe, ou talvez um projeto de tubarão porque eu morro feliz pela boca. Entrei nessa já sabendo que nesse ponto minha carne (ou será minha massa?) é mais fraca que a mente (ou será minha massa?).
Entrei em acordo comigo mesma sobre o que seria massa. Com o conceito formulado tendo em vista que massa aplica-se a qualquer produto proveniente ou misturado à farinha de trigo. Amanheci a segunda-feira de cabeça erguida. Afinal de contas, a bendita segunda é o dia internacional da dieta para mulheres que sempre comem demais no fim de semana.
Realmente a sustância ficou faltando em todos esses dias. Tive que usar minha parca imaginação juntamente com minha sôfrega geladeira para dar conta do desafio. Foi ovo no café, salada no almoço e no jantar, rocambole (leia-se enroladinho ou canudinho) de queijo e presunto para enganar a falta do pão e do sanduíche. Foi muito chocolate para tentar encher a pança. E finalmente chegou a noite da quarta-feira.
Estava feliz e conformada com minha barrinha de cereais de morango e uma leve sopinha no jantar quando deparei-me com a sala dos professores sendo invadida, literalmente invadida por bandejas de salgadinhos, hot dogs, pizza e bolos. Senti meus olhos brilharem quando vi o mini cachorro quente salpicado de batata palha me seduzindo. Toquei o papel que o envolvia sentindo a saliva agitar-se na boca e o frenesi de saborear o molhinho vermelho tão peculiar tomar conta da minha mente. Foi então que olhei para Osório que já dava boas mordidas no manjar e gritei:
“É massa!”
Ele me soltou um sorriso vitorioso do outro lado da sala e falou:
“Eu comecei domingo. Meus três dias passaram.”
Com as mãos trêmulas talvez mais de fome do que de raiva, soltei meu objeto de desejo de volta na bandeja e assisti de camarote todo mundo devorar as delícias na minha frente enquanto eu corria para a água e docinho.
Hoje ainda incerta se poderia comer ou não, decidi tomar apenas uma vitamina de banana no café. No almoço, só depois de fazer um prato de salada com um pedaço de quiche e uma salada de macarrão pude perceber que meus três dias estavam acabados e poderia comer minhas guloseimas novamente. Lembrei que essa foi a mesma sensação que senti quando voltei a usar internet. Um misto de novidade com proibido, de renovação e saudade. É bom sair do piloto automático às vezes. Mesmo que seja para policiar-se.
Uhu! Cumpri mais um desafio que mexeu um pouco mais com minha vontade e resistência. Acho que posso até viver sem massa, mas vai continuar faltando a tal da sustância. Claro que vou precisar repetir esse desafio mais vezes, mas não sou nem louca de fazer isso em pleno Dezembro. Por enquanto, apenas uma sugestão que ainda está sendo levada em consideração pelo meu EU vigilantes do peso e o meu EU obesa mor: massa fica reduzida a uma vez por dia. Até o final desta edição, meus EUs ainda não haviam entrado em consenso.

3 dias sem internet

Quarta 30 de novembro
Desde segunda não uso internet. Permiti que a minha pessoa olhasse os e-mails duas vezes por dia Fiz isso justamente porque eu queria testar o quão viciada eu estava. Todos os dias, sempre que tenho um tempo livre entro na internet e muitas vezes para fazer nada. Fico no facebook, twitter, globo, UOL, Terra. Isso também é rotina. Isso também me cansa. E estou cansada de fazer sempre a mesma coisa todos os dias. Estou cansada de fazer parte da minha rotina. Estou tentando achar fugas. E comecei por uma coisa que me dá prazer. Um prazer mórbido, sedentário e preguiçoso. Quando ligo o computador busco a internet ou então pego meu celular e aperto nas teclas já com uma certa ansiedade para ver os sites, as noticias, o mundo.
Mas hoje tive que ligar o computador e muito conscientemente olhar meu e-mail por um curto período de tempo. Os dedos corriam pelo teclado buscando um crtl tab para eu mudar de aba como eu sempre faço. Fecho os olhos imaginando o que pode estar acontecendo na globo.com agora, quem pode estar no Facebook, se tem alguma menção para mim. Fico fazendo posts imaginários no Twitter e no Facebook. Depois de uns minutos eu lembrei: não posso usar a internet. Só por hoje. E aí caiu a ficha da minha triste realidade. Estou realmente viciada na internet e isso pode até não ser muito preocupante, até porque a crise de bstinência já está batendo. E se eu tivesse que ficar uma semana sem poder USAR o computador? Ou um mês sem checar meus e-mails? Isso mexe com a cabeça do ser humano. Isso afeta de alguma forma minha rotina e a minha vida.
Por isso, decidi que a cada semana me lançarei um desafio. E estou pensando em criar um site para memorizar e relembrar meus passos e meus sentimentos nessa maratona. A pergunta que me faço quando decidi ficar três dias excluída e marginalizada do mundo virtual é: eu consigo viver sem isso? Eu preciso realmente disso para viver? Minha vida mudaria se eu não tivesse isso? No caso da internet, estou percebendo que sim. Uso a internet como minha maior forma de contato com o mundo exterior e maior fonte de informação e comunicação. Fico feliz por existir no mundo virtual.
Por mais preguiça que esteja sentindo farei uns cálculos super rápidos (eu espero). Perco pelo menos duas horas e meia da minha vida todos os dias lesando na dimensão paralela. Em uma semana gasto 14 horas nessa brincadeira sem graça. Em um mês, isso dá uma bagatela de 60 horas. Isso é praticamente metade das horas que trabalho mensalmente. E você realmente acha que estou comovida com essa informação? Continuo com a mesma vontade de acessar qualquer site que seja, do jeito que estou até o Orkut está sendo bem vindo. Sei que minha vida nunca mais será a mesma quando puder acessar todos os sites que eu quiser. Isso sim é que é liberdade de escolha, de ir e vir e de expressão.